O Tribunal do Júri de Rosário condenou Mário Sérgio Jardim a 24 anos e 11 meses de reclusão pelo assassinato de sua ex-companheira, Viviane Batista Marques. O crime, classificado como feminicídio, ocorreu em 2022 no povoado Gameleira, em Bacabeira, termo judiciário da comarca de Rosário.
Segundo a denúncia do Ministério Público, Mário Sérgio Jardim asfixiou a vítima e, em seguida, transportou o corpo até a cidade de Vargem Grande para ocultá-lo. O ex-subtenente do Corpo de Bombeiros Militar foi expulso da corporação, após o crime. Além disso, a justiça o condenou a pagar R$ 50 mil à família da vítima por danos morais. A decisão judicial busca reparar, ainda que parcialmente, o sofrimento causado pelo feminicídio.
Entenda o caso
A Polícia Civil do Maranhão localizou o corpo de Viviane Batista Marques, de 31 anos, sem vida, nas proximidades de Vargem Grande, a cerca de 152 km de São Luís. A perícia revelou que o assassino desferiu golpes de faca contra a vítima em Bacabeira, no dia 10 de abril. A equipe de investigação encontrou o corpo cinco dias após o crime.
As autoridades policiais trabalham com a hipótese de feminicídio e investigam as circunstâncias do crime.
O principal suspeito do assassinato é o companheiro de Viviane, Mário Sérgio Jardim, de 50 anos, subtenente do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA). O bombeiro foi preso no dia 15 de abril.
A investigação aponta que Viviane desapareceu no dia 13 de abril. A Polícia Civil, ao investigar o caso, reuniu provas que indicam feminicídio e ocultação de cadáver. O subtenente não comunicou o desaparecimento da esposa às autoridades e fugiu para São Luís, onde foi preso.
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